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O Que é Paixão?

Você sabe o que é paixão e o que acontece com o nosso corpo? Uma paixão avassaladora, ardente, cega, é sentida na pele e muda completamente a nossa forma de agir, de pensar e ver o mundo!

Esse período em que ficamos à beira da loucura, não ultrapassa os trinta meses de duração. E, não é à toa. O nosso corpo não suportaria viver assim por tanto tempo!

É sobre como e por que nos apaixonamos que trataremos neste artigo/vídeo de hoje!

Desde pequenos convivemos com diferentes pessoas. Ao longo do tempo, inconscientemente, o nosso cérebro faz uma seleção das características que gostamos ou não nas pessoas, de acordo com o nosso modo de viver.

Quando nos tornamos adolescentes, o nosso corpo começa a liberar uma série de hormônios ligados à reprodução, e nesse momento, começamos a olhar as pessoas com outros olhos.

No geral, as meninas amadurecem primeiro e a paquera, o gostar, começa por volta dos doze anos, quando ocorre a menarca, que é o começo do ciclo reprodutivo.

Nesse momento, existe um grande conflito. As meninas querem ficar todas bonitas para chamar a atenção dos meninos e eles só querem saber de brincar!

Quando ambos atingem maturação desse ciclo reprodutivo, ou seja, os órgãos reprodutores estão prontos para gerar a descendência, é que pode surgir uma paixão verdadeira!

Esse é um fato bem interessante!

Como ser humano é um animal racional, não faria sentido nenhum nos aproximar de outra pessoa simplesmente para procriar. E aí, entra esse sentimento louco. Ele dura exatamente o tempo para conhecermos outra pessoa, nos reproduzir e cuidar do filho nos primeiros estágios de vida.

Por isso, ele dura aproximadamente entre 18 a 30 meses.

O Que é Paixão?

Mas, o que acontece com o nosso corpo? Algumas regiões do nosso cérebro fazem a relação entre aquilo que aprendemos durante a vida e a nossa cultura, com as nossas respostas reprodutivas.

As principais substâncias presentes na paixão são: feniletalamina, a dopamina, a ocitocina e a vasopressina.


A ocitocina é o hormônio que estimula o abraço, o carinho, é ele que dá a tal química entre os enamorados. Esse hormônio também é liberado no ato reprodutivo, no prazer. Por isso, os casais que têm uma vida amorosa mais saudável estão quimicamente mais ligados.

A vasopressina é o hormônio da fidelidade. Estudos com roedores mostraram que aquela espécie que liberava esse hormônio após o acasalamento, mantinha o mesmo parceiro durante a vida, ou seja, eram monogâmicos.

Já uma outra espécie que não liberava uma quantidade significativa desse hormônio, tinha vários parceiros durante a vida.

A dopamina é um é um neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e motivação.

Já a feniletalamina, é um outro neurotransmissor e é importantíssimo nesse sentimento, por que é ele que ajuda na transição entre a paixão e o amor. E o seu efeito é viciante!

Então, não é a toa que algumas pessoas ficam mudando de parceiro sempre que esse coquetel químico começa a diminuir. E aqueles que não tem um relacionamento estável, muitas vezes, podem ser infiéis.

Para manter essa sensação de prazer que esse neurotransmissor oferece, apesar do nosso corpo produzir normalmente todas essas substâncias, o interessante é que somente durante uma paixão é que elas apareçam ao mesmo tempo. O nosso corpo vai se tornando resistente aos seus efeitos. É quando a paixão acaba, e então, enxergamos o outro no preto branco, da forma como ele realmente é.

A partir desse momento, podemos seguir por dois caminhos: a separação ou o amor!

Nos separamos, quando o nosso cérebro entende que aquela não é a melhor opção para passarmos a vida, de acordo com as nossas escolhas. Quando vira amor, o sentimento é diferente, é tão mais calmo, que agora sim a gente pode amar pelo resto da vida.

E então, aprendeu o que é paixão e como funciona o nosso corpo durante esse processo?

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