Morre uma Geração de Ferro

Morre uma Geração de Ferro! Sim, está morrendo uma geração de ferro para dar passagem a uma geração de cristal! Algo terrivelmente perigoso para o futuro da humanidade!

Esse texto está circulando na internet em todas as redes sociais. Apesar de ser de um autor desconhecido, ele consegue nos fazer refletir sobre a geração atual, a geração do politicamente correto e do mi mi mi!

Com infindáveis verdades contidas, o texto consegue nos remeter aos “bons tempos”. Tempos esses onde tudo era mais “real” e “verdadeiro”. O respeito e os bons e velhos costumes reinavam sobre nós, e dessa forma, fomos criados.

Porém, estamos aos poucos desaparecendo e dando lugar a uma geração frágil, muitos imaturos com mais de 30-40 anos de idade, e que estão criando os filhos (nossos netos) com quase nenhuma base sólida de caráter, honra, dignidade, irmandade e responsabilidade.

Quem é a geração de ferro?

Morre uma Geração de Ferro

Morre uma Geração de Ferro

A geração de ferro está morrendo! Quem são eles? Aqueles que chamávamos de “SENHOR” e “SENHORA”, por que chamar de “VOCÊ” é para “SEUS AMIGUINHOS”.

Está morrendo a geração que não estudou por que precisava trabalhar para ajudar os pais, depois para realizar o sonho da casa própria, sustentar a família e tudo mais, mas chorou de emoção e orgulho na formatura dos filhos!

Está morrendo a geração que antes das 22:00 horas colocava todo mundo na cama, ajeitava o cobertor e rezava junto, porque “NINGUÉM DEVE DORMIR SEM REZAR, NÃO SOMOS BICHOS”.

Está morrendo a geração que nunca viu uma carreira de cocaína, nem precisou de comprimidos ou energéticos para rir e dançar a noite inteira, mas não ousavam tomar leite com manga. E ninguém saía ou entrava em casa sem “A BENÇÃO”. Isso fazia toda diferença!

Está morrendo a geração que nunca sonhou com a Disneylândia, por que divertido mesmo era ficar na calçada com os vizinhos contando causos, enquanto ficavam “DE OLHO NAS CRIANÇAS”.

Está morrendo a geração que guardava o troco de moedas no cofrinho, mas não economizava nas festas de aniversário: um bolo, sanduiche, brigadeiro e suco, sem DJ, só com o barulho das crianças brincando e a risada dos parentes e amigos!

Está morrendo a geração de ferro que anotava as dívidas na caderneta e ansiava pelo dia do pagamento para quitar todas as dívidas, por que “ESSE DINHEIRO NÃO É MEU”.

Está morrendo a geração que pagou para ver, bancou os seus sonhos e sonhou os sonhos dos filhos!

Sorvete? Somente para dias especiais e comer arroz e feijão era a regra para crescer forte, por que “SACO VAZIO NÃO PARA EM PÉ”.

Está morrendo a geração de ferro que fez do trabalho seu objetivo de vida, não soube o que eram férias e passear na praça com os amigos era uma aventura deliciosa que rendia incontáveis fofocas e segredos!

Está morrendo a geração que sempre deixou o último bolinho para os filhos, mas amargou a saudade e o medo quando esses filhos não tiveram mais tempo para eles!

Está morrendo a geração que pagou todas as contas, mas não imaginou que envelhecer seria tão caro e, que em alguns casos, alguns dos filhos não estariam dispostos a dividir essa conta!

Está morrendo a geração de ferro que soube arrancar comida, esperança e leite de pedra, para cuidar da família, mas esqueceu cuidar de si mesmo!

Nós…

Autor Anônimo.

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