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Feliz Ano Novo!

Um Feliz Ano Novo para você e sua família, apesar dos pesares! Sim, temos que desejar e querer fazer um ano novo diferente, mesmo com tantas adversidades impostas pela vida!

Para fazer diferente, vamos curtir uma história baseada no livro da Ruth Rocha, bem divertida e diferente!

Aperte os cintos e vamos viajar na imaginação e descontrair um pouco!

Feliz Ano Novo!

Lá vem o ano novo!

Essa história aconteceu no dia 31 de dezembro, o último dia do ano…

Se sabe que lá na casa do tempo, todos estavam preparados para começar o ano logo, já que o ano velho estava cansado de tanto trabalhar, o ano novo prontinho para nascer e todos os ajudantes do tempo ansiosos para começar o ano: os segundos, os minutos, as horas, as semanas, os meses, todinhos!

Cada grupinho discutia seus problemas!

Os minutos reclamavam que os segundos eram demais, os segundos reclamavam que os minutos viviam empurrando eles. Ainda bem que aqui na terra, ninguém sabia de nada!

Ah, e aqui na terra também, todas as famílias estavam se preparando para receber o ano novo. E lá na casa da vó Emília, todos os adultos arrumavam a casa, arrumavam a mesa de doces, enquanto a criançada, os netos dela, faziam uma lista:

Resoluções para o ano novo:

  • Não vou mais mentir
  • Não vou mais comer chocolate escondido
  • Não vou mais puxar o rabo do gato
  • Não vou mais matar aula para jogar futebol

E, quando estava chegando quase na hora, a dona Emília, seu Tonico e todos os convidados se reuniram para o grande momento. Eles usaram apitos, línguas de sogra e corneto, tudo para fazer o maior barulhão!

Mas, tinha alguma coisa esquisita, muito esquisita acontecendo!

O relógio funcionava normalmente, mas nunca chegava à meia-noite! A vó Emília até pegou o relógio cebolão do vô Tonico, mas nada também!


O Cuco veio: cuco, cuco, cuco…e nada! A meia-noite não chegava!

Sabe o que aconteceu? Era um problemão lá na casa do tempo! Na hora de vir à terra, a dona meia-noite resolveu fazer uma greve: não vou, não vou, não vou…

“Olha só esse pessoal da terra: quanta fita, uns fingidos! Eles fazem um monte de promessas: prometem, prometem e prometem, e daí chega no começo do ano, um ano inteirinho, não cumprem, não cumprem e não cumprem…então, sabe de uma coisa? Não vou, não vou e não vou!”

E todo mundo lá na casa do tempo estava muito bravo com a senhora meia-noite!

Os segundinhos falaram: “dona meia-noite, eu tô trabalhando demais!” O tempo falou: “dona meia-noite, eu não posso parar!” A dona semana chegou: “dona meia-noite, você precisa descer, o ano velho tá cansado, ele precisa descansar, ele não pode trabalhar pelo resto da vida e o ano novo, tadinho, tão bonitinho, ele quer nascer!”

Daí, já no meio de toda essa confusão, aparece a esposa do tempo, a dona temporada e diz: “olha dona meia-noite, eu sei que as pessoas da terra prometem, prometem, prometem e, não cumprem, não cumprem e não cumprem, mas, quem sabe esse não vai ser um ano novo, um ano bom, quem sabe…olha só o ano novo tão bonitinho, ele tá louco pra nascer! Quem sabe, quem sabe, quem sabe…”

“Ah, então eu vou!” – Disse a meia-noite…

Então, a dona meia-noite colocou seu vestido verde, que é a cor da esperança, e passou pelo túnel do tempo dando tchau pra todo mundo: “adeus, pessoal e feliz ano novo pra todos!”

E assim, todos os relógios da terra deram meia-noite, dom-dom, dom-dom, dom-dom, e as pessoas correram para se abraçar e comemorar, e uma cochichava no ouvido da outra: quem sabe, quem sabe, quem sabe…

Se você gostou dessa história, vai lá correndo dar um beijo no seu pai, na sua mãe, no seu amigo, no seu vizinho, e em todo o mundo!

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