Papai do Céu Me Transforma Num Celular?

Um vídeo que mostra a nossa triste realidade onde uma menina pede: “Papai do Céu me transforma num celular? O Senhor precisa ver como eles tem paciência com ele (o celular), mesmo quando chegam em casa cansados do trabalho!”

“Mas, comigo não! Vão logo dando uma bronca…”

O vídeo abaixo relata nada mais, nada menos, do que a situação que muitas famílias se encontram em seus lares, onde o celular se tornou a principal atração e diversão da casa.

Muitos valores se perderam com o advento dos celulares. Muitos laços estão se enfraquecendo, muitos vínculos se desfazendo, e tudo mais.

Realmente, uma triste e presente realidade!

Papai do Céu Me Transforma Num Celular?

Os olhinhos da minha mãe até brilham quando ela está olhando para o celular! É lindo de ver…

Eu quero que ela olhe assim para mim também!

Quando estamos conversando e o celular toca, meu pai corta a nossa conversa no meio! Mas, nunca, nunca mesmo, ele pára de olhar o celular para conversar comigo!

Eles nunca tem tempo para brincar comigo. Mas gastam horas olhando coisas no celular…


“Por favor, Papai do Céu! Me transforma num celular? Daí, todos vão ser felizes aqui em casa! Muito obrigada, amém!”

“Deus Te Chama. Tua Família Chama. Não Rejeite Essa Chamada!”

O sentimento que a menina do vídeo deixou transpassar para todos nós, é a dor do desprezo mediante um simples telefone.

Por incrível que pareça, nos deixamos levar pela tecnologia e esquecemos que existem coisas infinitamente mais importantes na vida, como a boa convivência em família!

Sabe aqueles bate-papos na hora das refeições? Aquelas conversas na roda de chimarrão, na cama antes de dormir? Sabe aquelas conversas “fúteis e divertidas”, às vezes inúteis mesmo, mas, que aproximavam as pessoas e fortaleciam os laços familiares, as amizades, etc?

Estão acabando!

Mas, e você? Também está se deixando levar pelos “tempos modernos” e esquecendo que ainda somos seres que precisamos da comunicação real, presente e que aproxime os corações, os corpos e as mentes, como nos velhos tempos?

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